Era uma vez um rapaz que pediu uma linda garota em casamento:
- Você quer se casar comigo?
Ela respondeu:
- NÃO!
E o rapaz viveu feliz para sempre, foi pescar, jogou futebol, conheceu
muitas outras garotas, pegous todas, visitou muitos lugares, sempre
estava sorrindo e de bom humor, nunca lhe faltava grana, bebia cerveja
com os amigos sempre que estava com vontade e ninguém mandava nele.. A
moça teve celulite, varizes, engordou, os peitos caíram, se fodeu e
ficou sozinha.
FIM
Categorias: piadas
Etiquetado: conto de fadas
Três paulistas querendo contar vantagem pro mineirim :
1º. paulista: – Eu tenho muito dinheiro… Vou comprar o Citibank!
2º. paulista: – Eu sou muito rico… Comprarei a Fiat Automóveis
3º. paulista: – Eu sou um magnata… Vou comprar a Usiminas
E os três ficaram esperando para ouvir o quê o mineiro iria comentar.
O minerim dá uma pitada nu cigarru de paia, ingole a saliva… faz
uma pausa… e diz:
- Num vendo !
Categorias: piadas
Etiquetado: mineiro
Esse tem as manhas!

Categorias: inutilidades
Etiquetado: cataratas, cerveja
Agora me diga com sinceridade é ou não é uma mulher bem atraente a tia Gertrudes?

Categorias: inutilidades
Etiquetado: beleza, cerveja
Categorias: inutilidades
Etiquetado: luto
Céu claro com poucas nuvens…

Categorias: inutilidades
Etiquetado: previsão, tempo
Os três homens que andaram sobre a água em toda a história:
O primeiro foi Cristo;
O segundo foi Pedro;
O terceiro foi Juvêncio, o cara da foto….

Categorias: inutilidades
Etiquetado: aguas, andar
Todos enrolam na sexta-feira para que, de forma lépida, as horas passem.
SEXTA-FEIRA É DIA DE 3M: MÉ, MUIÉ e MÉ…

Categorias: inutilidades
Etiquetado: lépida, sexta
Por Flávio Batista.
O clássico do Campeonato Paulista 2008 realizado na tarde de domingo do dia 13/04, entre São Paulo e Palmeiras, foi marcado por um lance polêmico. O gol de mão do Adriano.
As pessoas encaram o esporte como uma metáfora da sociedade. E não é! A carteira achada na rua com muito dinheiro deve ser devolvida e isso não se discute. Mas o gol com a mão não deve: simplesmente faz parte do jogo.
Quem blefa no pôquer é um mau-caráter, mentiroso ou um bom jogador? Por que as pessoas pregam que temos de ter “as mesmas condutas na rua ou em um campo de futebol”? Simular um pênalti – sem que o juiz veja – faz tão parte do jogo no futebol quanto blefar no pôquer ou aplicar um direto no queixo de um adversário em cima do ringue.
Um dos lances mais famosos da história das Copas é o passinho que o Nilton Santos dá, contra a Espanha, em 1962, para fora da área, a fim de ludibriar o árbirtro a marcar falta em vez de pênalti. Alguém acha o Nilton Santos um mau-caráter por isso? Outro lance que entrou para a história dos Mundiais foi o gol(aço) de mão que o Maradona marcou contra a Inglaterra, sem que o juiz e o assistente percebessem, em 1986. O camisa 10 argentino foi um sujeito sem caráter por causa disso? Para nós do Talagada, ele foi um artista, foi o gol com “a mão de Deus” (“La mano de Dios”, como disse Maradona).
“Levar vantagem”, ser vilão no futebol, é comprar o juiz, dopar ou subornar adversário, quebrar a perna de um craque. Isso sim é dar um jeitinho, é levar a disputa para fora do que acontece nas quatro linhas.
Por favor, não vamos comparar desvios de conduta com marcar um gol de mão sem que o juiz veja – porque, se enxergar, tem mais é que dar cartão mesmo. Está na regra. Se não enxergar, paciência. O futebol é assim!
Arte produzida por Victor Venga
Categorias: esportes
Etiquetado: esportes, futebol